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IRMÃOS NO PAI

Pensar, refletir, após observar as ocorrências do dia-a-dia, torna claro a interpretação e o entendimento, a razão, o porquê são submetidos a conviver intimamente com dificuldades e sofrimentos físicos e emocionais.

– Sabem por quê?

Porque resistem à disciplina e as leis; porque não tomam a si a responsabilidade que lhes compete; porque transferem para amanhã a tarefa de hoje; porque se negam a reformular valores corrompidos e descuidam de se harmonizarem com o todo, protegem-se se excluindo, isolando-se, procurando ignorar que é responsável no auxiliar, como deveria fazer na reforma social, para que a vida no planeta fosse harmoniosa e tivesse a paz estabelecida entre os homens.

O acicate da dor, da intranquilidade, da angústia e da insegurança relacionada ao amanhã, leva-os a buscar esclarecimento, orientação de como e para onde dirigir seus passos, para evitar erros e enganos na direcional tomada.

Resistentes como são não despertariam se não fosse a dor; o bem-estar os tornaria acomodados, inertes, alienados e a evolução não viria a se implantar entre os homens.

Observem a grande caminhada da humanidade através dos tempos e verificarão que a evolução acontece pelas necessidades básicas dos homens, da caverna aos arranha-céus, pois as necessidades estimulam a criação, e o novo século oferece não só conforto e oportunidades de bem estar, bem viver, não fora a incapacidade dos homens de viverem em paz, em harmonia, irmanados, fraternos e solidários.

Ao inverso, estão sempre a se confrontarem, a quererem conquistar espaço e dominar os mais fracos, apesar de toda sua cultura e condições de povos evoluídos, por não seguirem as normas deixadas e transmitidas por tantos luminares que estiveram no Planeta, para falarem do Criador e de suas Leis sábias de amor, perdão e compaixão.

Rebeldes, resistentes, os homens são chamados a despertar pela dor. E carecem de ser socorridos, auxiliados, esclarecidos, inspirados a aceitarem o testemunho, para que, despertos, se renovem, mudem sua forma de ser, viver e conviver, para que transformados no homem da Nova Era, construam a sociedade do amanhã, onde viceje a paz, a harmonia, a união como hoje já acontece quando grandes catástrofes atingem os povos menos estruturados de sobrevivência.

Os tempos são chegados, a inquietação os obriga a repensarem em como viver a vida em paz e harmonia.

Atentem para mais esta chamada dirigida a toda a humanidade.

 

                                                                           Messias

 

 

 

Recebida pela Nydia em 29.08.2008

Revisão: Clovis