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DESAFIOS

Mais uma vez estão os tarefeiros desta Casa, integrantes que são do grande clã da humanidade, sendo chamados a enfrentar desafios que lhes testam a tolerância, a coragem e a fé.

Sabemos que não têm a ideia de passarem pela vida material sem sofrimento, seja através de dores físicas, psíquicas ou emocionais, pois é através delas que depuram suas mazelas e, ainda, são lembrados de que o tempo não espera que se decidam pelos seus processos de crescimento espiritual.

Para nós, que os acompanhamos, fica explícita a condição de maior ou menor fragilidade estrutural de cada um, pois assim como há os que confiantes aceitam e lutam com coragem no enfrentamento de seus males há, também, os que mais se prejudicam, pois não conseguem responder com segurança ao que estão sendo desafiados.

É preciso ter presente ser esta uma Casa onde todo tipo de ajuda lhes pode ser alcançada, no que se refere a apoio e drenagem energética, entretanto, existe um espaço em seus sofrimentos em que o máximo possível é lhes dar energias para suportá-los, uma vez que os mesmos fazem parte de suas trajetórias.

Procurem os meios necessários para aliviar seus males, seja através dos médicos do corpo ou da mente, já que eles existem para tais momentos, mas junto a esta providência busquem, ainda, os atendimentos espirituais sejam eles feitos presencialmente ou à distância.

Tudo aquilo que houve de avanço em todos os setores da sociedade é para beneficiar o homem, para ajudá-lo a superar suas dificuldades, portanto, façam uso do que lhes é ofertado.

Quando vemos alguns tarefeiros sufocados pelo peso das dores físicas, tentamos relacioná-las às dores da alma, às marcas de suas trajetórias espirituais e, podemos afiançar, elas existem e em algum momento se manifestam, para que, deste modo sejam alcançados pela ampliação consciencial.

Para alguns casos específicos, em que pela fragilidade física ou psíquica, facilitaram o acesso de Seres que trabalham na negatividade, podemos dizer que todos têm liberdade para buscar os recursos, sempre dentro daquilo que corresponde à doutrina, que considerarem os mais adequados para se liberarem da mesma.

Sugerimos, também, que procurem fazer uma autoanálise, profunda e corajosa, do que os levou ao desequilíbrio psíquico, emocional ou físico.

De algum modo, todos devem saber, são responsáveis pelo que estão vivenciando, deste modo não se façam lamentosos, penalizados de si mesmos e desconsiderando que cada um responde por si.

Podem contar, sempre, com nossa acolhida para ajudá-los a suportar seus males e saibam que, de algum modo, toda a dor findará.

Luz e Paz.

Álvaro

 

Recebida pela Magali em 16/06/2013

Revisão: Clovis