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ORAR E VIGIAR NA MEDIDA NECESSÁRIA

Aqueles a quem vocês na infância chamavam de anjos da guarda e, quem sabe, hoje denominam protetores, mentores, orientadores, continuam ao lado de cada um, cumprindo a tarefa a que propuseram de acompanhá-los ao longo da jornada, na matéria.

Como estão se comportando os que por eles são cuidados? Estão dando a atenção necessária as suas necessidades físicas, psíquicas, emocionais e espirituais?

Estão facilitando ou dificultando a tarefa destes Seres, seus fiéis parceiros de caminho, que abnegadamente anseiam vê-los crescerem como Seres espirituais, que vocês são, ocupantes temporariamente de um corpo físico?

Em que momento conversam com eles dizendo do quanto são agradecidos por eles estarem a seus lados, do muito que lhes dá segurança saber que o Pai Maior está representado junto a cada um, através destes especiais amigos?

Sabemos que nos momentos de dor, de sofrimento de qualquer ordem, recorrem ao Pai pedindo apoio, proteção, curas ou atenuantes para os males que os afligem, porém não consideram que aqueles que os acompanham, desde suas chegadas a este plano, serão os executores daquilo que lhes for alcançado através da Misericórdia Divina.

Entendemos que se precisarem agradecer é ao Mestre que o farão, entretanto, não se esqueçam de quem lhes alcançou a energia curativa, principalmente de seus males da alma.

Nosso objetivo, neste contato, é alertá-los para o fato de que existem cuidados que precisam dispensar a si, gestos que significarão seus reconhecimentos pela oportunidade que receberam de executar seus avanços espirituais numa embalagem física e contando com a proteção constante de seus amigos espirituais.

Já observamos muitos que não atentam para as intuições que recebem, para mudanças de rumo repentinas ou para encontros não programados, pois não estão conectados à espiritualidade, através de seus protetores, seguindo envolvidos em suas azáfamas rotineiras .

O “orai e vigiai” que dizem praticar, talvez não o esteja sendo executado na medida necessária para que atitudes impensadas se manifestem de modo inapropriado, gerando resultados desagradáveis.

Orar e não vigiar não é o suficiente, pois se assim fosse não seriam práticas citadas sempre juntas, inseparáveis daquele mínimo que é preciso fazer, seria como se esperassem que suas orações tudo resolvessem, independente de seus comportamentos.

Vigiar e não orar, seria o inverso, acreditariam que sozinhos seriam capazes de se bastar.

Propomos, então, que se mantenham em contato permanente com seus protetores, através da oração e fazendo a parte que lhes cabe, através da vigilância sobre seus pensares, dizeres e fazeres.

Luz e Paz.

 

Álvaro

 

Recebida por Magali em 06/08/2013

Revisão: Clovis